Prêmio Petrobras de Esporte Educacional.

O Prêmio Petrobras de Esporte Educacional finalizou mais uma importante etapa. Foram recebidas, de novembro de 2013 a março de 2014, mais de 1300 inscrições vindas de todas as regiões do país! Todos os participantes são grandes vencedores e por isso agradecemos a todos aqueles que acreditaram no Prêmio e inscreveram suas experiências.

A partir de uma criteriosa etapa de avaliações, foram selecionadas por uma renomada comissão avaliadora as tecnologias sociais de esporte educacional mais exitosas nas categorias Terceiro Setor, Escolas Públicas e Universidades.

O evento de Premiação aconteceu no último dia 15 de Abril, no Rio de Janeiro, e reuniu convidados de diversas áreas, como autoridades governamentais, organizações da sociedade civil, atletas e, é claro, os finalistas.

Aqui apresentamos os vencedores de cada categoria. Conheça!

Categoria TERCEIRO SETOR

1° lugar

Futebol de Rua: uma nova visão do jogo
Gerson Guimarães
Fundação Esportiva Educacional Pró Criança e Adolescente

Um jogo de futebol onde a atitude em campo vale mais que bolas na rede. Essa é a metodologia aplicada pela Fundação Esportiva Educacional Pró Criança e Adolescente no projeto ‘Futebol de Rua: uma nova visão do jogo’, no município de Santana do Parnaíba, em São Paulo. Nos jogos, que não contam com a presença de árbitros, o diálogo é essencial entre os participantes para que se criem novas regras e adaptações de acordo com a realidade de cada partida. As diretrizes criadas pelo grupo fortalecem o sentido de corresponsabilidade e  autônoma, pois os próprios jogadores conduzem as regras.

2° lugar

Projeto Velozes do Amanhã
Ana Lúcia da Silva Sena
Instituto de Desenvolvimento Humano, Social, Econômico e Cultural Maná do Céu para os Povos

Mesmo no país do futebol é o atletismo que rouba a cena em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Numa região cercada por diversas aldeias indígenas e contemplada com diferenças étnicas muito fortes, 200 crianças e jovens participam do projeto Velozes do Amanhã. A experiência  proporciona aos participantes conhecer as regiões do entorno e trabalhar com esporte, história e cultura, tendo como base o atletismo. Com essa modalidade esportiva é possível abordar questões como respeito às diferenças, disciplina, cooperação e participação.

3° lugar

Handebol em Cadeira de Rodas na Escola
Mariana Piculli
Associação Brasileira de Handebol em Cadeira de Rodas

A experiência “Handball em Cadeira de Rodas na Escola”, desenvolvida  no município de Toledo, no Paraná utiliza-se da inclusão invertida para que crianças com  deficiência ou não, pratiquem esportes juntas. Todos os alunos utilizam as cadeiras de rodas durante o jogo, oportunizando um momento de troca de experiências, autonomia e reflexão sobre garantia de direitos e respeito às diferenças.

Categoria ESCOLAS PÚBLICAS

1° lugar

Ping Pong na Quadra
Cícera Andréia de Souza

Escola Básica Estadual Paulo Devanier Lauda

Que tal tornar o tênis um esporte acessível para todas as pessoas e classes sociais? Foi pensando nisso que a Escola Básica Estadual Paulo Devanier Lauda, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, misturou o ping pong com tênis tradicional, dando origem ao “Ping Pong na Quadra”. A nova prática esportiva se adapta a qualquer espaço, necessitando de pouco dinheiro e materiais simples como fitas coloridas, cordas e cones. “Ping Pong na Quadra” contribui para que os jovens possam experimentar as diversas possibilidades da prática de jogos a partir da criatividade e adaptação de regras.

2° lugar

Cadeirabol, uma experiência divertida
Danilo César Trindade Pereira
Escola Municipal Frei Rogato

Na Escola Municipal Frei Rogato, em Betim, Minas Gerais, a simples ideia de colocar algumas cadeiras dentro da quadra e iniciar um jogo de voleiball sentado possibilitou a  a participação de uma aluna cadeirante, além de estimular a discussão sobre inclusão, cidadania e respeito as diferenças de forma divertida.  Tal iniciativa fez com que as aulas de educação física se tornassem  mais criativas e  inovadoras.

3° lugar

Das escolas da ginástica a ginástica alegria na escola
Josiane Cristina Climaco
Colégio Estadual Marcilio Dias

Utilizar a ginástica nas aulas de Educação Física,  incluindo movimentos de danças africanas e de capoeira, é a estratégia utilizada pelo Colégio Estadual Marcilio Dias, em Salvador, na Bahia para fortalece a identidade e a autoestima da comunidade escolar, na qual amaioria dos alunos são remanescentes quilombolas.  A experiência “Das Escolas da Ginástica a Ginástica Alegria na Escola” valoriza as produções coreográficas dos estudantes, e a cultura popular, assumindo papel social importante para comunidade.

Categoria UNIVERSIDADES

1° lugar

Perspectivas do esporte educacional pela pedagogia de projetos: diálogos pedagógicos
Cristiano Marcelo Moura
Faculdade de Pindamonhangaba

Pouco populares no Brasil, o golfe e o tamboréu foram objeto de pesquisa da Faculdade de Pindamonhangaba e de uma escola pública de Taubaté, em SP. Juntas, as instituições estudaram as modalidades e construíram materiais e espaços adaptados para os jogos, utilizando os esportes como ferramenta no processo de ensino-aprendizagem dos alunos.

2° lugar

Festival Escolar de Mini Atletismo
Marcos Paulo Huber
Associação Desportiva Recreativa de Atletismo

Esporte individual? Nada disso. Em parceria com poder público, estudantes da Universidade do Sul de Santa Catarina movimentaram 15 escolas municipais da região para o ‘Festival Escolar de Mini Atletismo’. As provas tiveram três elementos: materiais recicláveis, criatividade e inovação. A experiência usa o atletismo, modalidade esportiva baseada originalmente no desempenho individual, para o alcance de resultados coletivos através da adaptação de regras e espaços.

 

3° lugar

Nosso Caderno de Jogos e Brincadeiras
Leonardo Toledo Silva
Instituto Brasil Igualdade Social (IBIS)

Um caderno, alunos e seus familiares e responsáveis. Foi dessa forma que o Instituto Brasil Igualdade Social, em MG, estimulou a aproximação de pais e filhos, através do esporte. Enquanto utilizavam a criatividade para adaptar, de forma simples, brincadeiras tradicionais em esportes dos dias de hoje, a família se reunia, trocava experiências e ainda praticava atividade física de forma divertida.

PREMIAÇÃO ESPECIAL

Vivências lúdicas no esporte
Nilce Cleide Ribeiro Pantoja

Escola Estadual Altair Severiano Nunes

A Escola Estadual Altair Severiano Nunes, em Manaus, apostou no uso de brincadeiras tradicionais para explorar o hábito de brincar como ferramenta para o esporte educacional.  Tais atividades potencializaram o trabalho pedagógico dos professores em sala de aula, dando maior autonomia aos alunos, que se tornaram coautores do processo ensino-aprendizagem.

Via site Prêmio Petrobras

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